Para um piloto de Formula 1, uma vitória no Grande Prémio do Mónaco, tem um valor quase equivalente, à conquista de um Campeonato do Mundo. A atmosfera envolvente, a imagem de glamour, qualidqade e de jet-set, combinadas com as caracteristicas únicas do traçado monegasco, logo desde o inicio, em 1929, numa época, em que ainda nem existia o Campeonato do Mundo de F1, sempre estiveram associadas à consagração de grandes pilotos.
Mas, as ruas do Mónaco, em altura de GP, não viveram, nem vivem, exclusivamente de Formula 1. Desde categorias de promoção em formulas, GT's ou Turismos, até categorias para consagrados, todos anseiam por um encontro anual com as ruas do principado e, claro, por um Pódium e, o direito a apertar a mão á realeza local.
No F3 Historic, que continua a viver sobe o dominio de Carlos Carvalho, Pedro Tendinha, Beto Belo e Toz Almeida, formam a parte avançada do pelotão perseguidor, com Miguel Cabral a estar encarregado do comando de quem vem logo atrás.
Mas, como estamos a falar, muito provavelmente, da corrida mais dificil do calendário, aquela em que a margem de erro é inexistente, pode acontecer que, após as duas corridas agendadas para a noite da próxima terça-feira, as contas do F3 Historic, apresentem um aspecto bem diferente.
... com encontro marcado, em pista ou, na transmissão em directo da R4 TV.