Na noite da próxima terça-feira, na pista de Goiânia, arranca, em estreia na R4, o StockCar V8.
Não. Ao contrário daquilo que se poderia pensar numa primeira análise, o SCV8, não utiliza carros da Nascar nem carros do V8 Supercars. Falar de StockCar V8, é falar de Brasil, de circuitos brasileiros, de chassis único, de motor Chevrolet V8, de chassis concebidos especificamente para competição, de carrocerias a lembrar o DTM, de duas corridas por jornada, de botões Push to Pass (com utilização limitada), de circuitos "estranhos", fora da norma europeia, de competição dura, sem margem para erro, com tudo a ser decidido "no braço" e no saber de cada piloto e equipa.
No Brasil, StockCar V8, é, desde 1979, sinónimo de categoria rainha, onde "outras" vedetas, ombreiam sem preconceito ou temor, alguns dos herois brasileiros da Formula 1, disputando em pista, metro a metro as honras e a projecção que uma simples vitória numa prova concede.
Na R4, ao longo de sete semanas, a StockCar V8, vai ter igual numero de provas, em jornadas duplas, com sessões de qualificação por fases, em que apenas os mais rápidos passam à estapa seguinte e, onde a definição final da grelha de partida para a corrida 1, a mais longa do dia, é feita em sistema de Super-pole.
Por isso, seja em pista, seja nas transmissões da R4 TV, as próximas semanas são semanas "a todo o gás".