O regulamento do FIA GT de 1997 e 1998, obrigava à homologação de uma versão de estrada (minimo de 2 exemplares), de cada um modelos a transformar nos "monstros" de pista. Por isso, principalmente na classe GT1, coexistiam modelos construidos para a competição, com versões, mais ou menos civilizadas e, modelos de estrada, em versão competição.
O factor comum, era o mesmo desejo de ser o melhor e o mais rápido em pista, fosse em GT1 ou, em GT2.