Se, existe no mundo, nome de prova de automóveis, que até os "não dedicados à causa" conhecem, ela é sem dúvida Le Mans.
A importancia, a nivel mundial, das 24h de Le Mans é tal, que inclusivamente, é a única a motivar a criação de campeonatos e categorias de automóveis, de modo a ocupar carros, pilotos e equipas, no espaço que medeia a edição anual da prova de la Sharte, em França.
Criada em 1923, numa aposta clara na endurance, em detrimento da velocidade pura, tão em voga na época, as corridas no traçado não permanente de Le Mans, acabaram por conquistar tudo e todos, mesmo passando por períodos de inactividade ou, em que os regulamentos não cumpriam as expectativas, mantendo-se até aos dias de hoje.
Acompanhando a evolução dos tempos, das velocidades e das normas de segurança, o traçado tamém evoluiu, perdendo ou adptando alguns dos seus pontos chave mas, mantendo intacta a mística e a dificuldade da prova de 24 horas.
É no traçado de 1977, com os 7 kms da recta das Hunaudiérs intactos, sem as duas chicanes entretando adicionadas, que Jorge Mendes (Ford Capri 3100RS) e Daniel Rodrigues (De Tomaso Pantera), vão discutir a vitória no campeonato.....isto, se tudo correr normalmente, porque Luis Dinis (Ford Capri 2600RS) e Hugo Gomes (Porsche 911 RSR), ainda têm hipóteses matemáticas de sairem de Le Mans, no degrau mais alto do pódium, havendo ainda que contar com Christian Manzini (De Tomaso Pantera), Marco Félix (Chevrolet Corvette) e Hilário Lopes (De Tomaso Pantera), para baralhar todas as contas.
Por ser Le Mans, a prova final vai ser disputada, em corrida única de 40 minutos, com pontuação a dobrar.
Depois, após o arrumar dos carros na oficina, chega a hora de começar a preparar o próximo campeonato de Clássicos, a acontecer com a série Procar, que é como quem diz: BMW M1.