Pode parecer, que chamar a uma competição automóvel, Super Trofeo, como o promovido pela Lamborghini, com os Gallardo LP560-4, é um acto de presunção ou, de querer vender mais do que aquilo que a realidade apresenta.
Só que, passada a desconfiança inicial, a verdade é que o Super Trofeo, é mesmo diferente de todas as outras competições monomarca.
A diferenciação inicia-se logo pelo impacto do automóvel utilizado, pela sua potência, por dispor de quatro rodas motrizes, por ser disputado em três corridas por evento, por equipas de dois pilotos e, por as grelhas de partida da segunda e terceira prova, serem definidas em função dos resultados finais da prova anterior.
Se, a tudo isso, se juntar o markting da marca agora propriedade da Audi e, o ambiente criado em cada prova, facilmente se começa a perceber o porquê do crescente sucesso do Blancpain Super Trofeo.
Na versão reduzida do campeonato em disputa na R4, Hockenheim é a segunda das três provas, duplas, do calendário.
E, se em Monza, Rafael Lobato venceu ambas as mangas, nem tudo foi tão fácil como o resultado final pode deixar transparecer, até porque, luta foi algo que não faltou..... o que poderá significar surpresas e ainda mais lutas no circuito alemão.