A introdução da Mini Challenge na Argentina (um país com um automobilismo regido mais por regulamentos técnicos internos que os emanados pela FIA), para além de ter criado uma nova categoria e um novo foco de interesse nos eventos motorizados locais, teve o condão de mostrar, que a filosofia de sucesso do Mini Challenge é mesmo um facto à escala mundial.
Entre os traçados utilizados no campeonato local, com a maior parte a aproximar-se mais do conceito pista, do que autódromo, há um que sobressai de forma inevitável: o do Autódromo Juan y Oscar Alfredo Gálvez, mais conhecido como Buenos Aires, onde se correu o GP da Argentina, com alguns interregnos, entre 1953 e 1998.
É no traçado nº 9, das doze variantes possiveis, das quais 3 são utilizadas no calendário da Mini Challenge Argentina, que tem lugar a 2ª prova do Mini Challenge da R4, antecedendo a prova final, em Hockenheim.
Em Navarra, Rafael Lobato e Luis Fernandes, com uma vitória em cada uma das corridas do programa, foram os nomes em foco, ocupando por isso, as duas primeiras posições nas contas para o ceptro final, à frente de Carlos Carvalho, Marco Félix e Digo Pinto.
Mas, em Buenos Aires, num traçado onde quase todos os pilotos vão fazer a sua estreia, tudo pode vir a ser muito diferente do sucedido na prova inaugural.....