... tudo fica bem mais dificil. A visibilidade diminui, as referências para a travagem desaparecem, o carro deixa de ter aderência e parece ganhar vontade própria, o volante tanto vira demasiado como parece não ter efeito e, para além de tudo isso, segundo os pneus, até o motor recebe uma revitalização de potência ...
O problema, ou não, é quando a esse cocktail de instabilidade, se junta algo como os carros do Grupo 5, com toda a potência que lhes é característica e todas as dificuldades de pilotagem, caraterísticas da sua época nos desportos motorizados.
Mas, em Mainz-Finthen, uma pista desenhada num aérodromo, com uma importancia para o automobilismo alemão, semelhante à que Vila do Conde teve para o automobilismo português, a chuva, pelas suas dificuldades e pelo seu uso no rFactor1, vai ser a principal atracção da quarta e penultima prova do campeonato Group5.
A menos que, os pilotos participantes tomem conta dos acontecimentos, enfrentem as dificuldades com a coragem e determinação habitual e, a exemplo do sucedido em Daytona, com a vitória de Marco Félix (Toyota) e as posições seguintes de Diogo Silva (Porsche) e Tiago Costa(Porsche), ofereçam um novo vencedor e, quem sabe, mais estreias nos pódium de ambas as corridas.
Na noite da próxima terça-feira, o campeonato Group5, com o mod DRM Revival, em acção no escorregadio traçado de Mainz-Finthen, para regressar à actividade uma semana mais tarde, em Norisring, para o encerramento do campeonato.