..vivem os desportos motorizados, as preferências dos telespectadores e os espectadores, nem os circuitos, como é o caso do Gilles Vileneuve, na ilha de Notre-Dame, em Montereal.
A ligação do circuito, não permanente, construido numa ilha, como parte do parque Jean-Drapeau, e a Grand-Am (e Nascar Bush/Nationwide) data de 2007 e, tem merecido um sucesso bem mais expressivo, do que o conseguido anteriormente com os Indycar, disputando niveis de afluência e de movimentação interna, com os habitualmente conseguidos com as provas de Formula 1 e os seus 30 anos de corridas na pista.
Num traçado que não é nem 100% permanente nem totalmente temporário, os perigos e vantagens de cada uma das situações, estão sempre presentes a cada metro da pista, com os muros de betão a não perdoarem nem erros nem faltas de atenção, exigindo o máximo de cada um dos pilotos em prova.
Estas características, tão únicas e tão particulares, têm a vantagem de proporcionarem provas emotivas da primeira à ultima volta, principalmente quando os campeonatos, como Grand-Am, estão na sua penúltima prova (a ultima no formato de 2 corridas) e, á porta da "big one" em Daytona.
Nas contas do campeonato, com um máximo de 102 pontos em jogo, a tabela é liderada por Luis Dinis (107,5 pontos), seguido de Marco Félix (104,5 pontos), Rafael Lobato (88,5 pontos) e Hugo Gomes (74 pontos), isto entre aqueles que mantêm aspirações quer à vitória final, quer a um lugar no pódium.
Sexta-feira, ao final do dia, os Daytona Prototype no Circuito Gilles Villeneuve.