Chegados à prova final do campeonato Grand-Am, tudo permanece em aberto quanto ao primeiro lugar da competição. Marco Félix (156 pontos), Luis Dinis (144 pontos) e Rafael Lobato (116 pontos), são os candidatos ao lugar mais alto do pódium, uma posição da qual já está afastado o 4º classificado, Hugo Gomes, com 74 pontos mas, os suficientes para ainda poder subir ao terceiro lugar final.
Com tudo a jogar-se numa prova única de 45 minutos, ao contrário dos sprints duplos, de 20 minutos, das provas anteriores, em Daytona, o importante vai ser cruzar a linha de meta numa boa posição, sendo por isso necessário saber conservar o carro intacto e em perfeitas condições até á bandeirada final.
O circuito de Daytona, que começou por ser um traçado em oval, desenhado na praia de Daytona, ganhou os seus pergaminhos não só por estar ligado à criação da Nascar e às famosas 500 Milhas, mas também, na versão mista de oval e circuito de estrada, às não menos célebres 24H de Daytona, corridas pela primeira vez em 1966.
Actualmente, as 24H de Daytona são disputadas como prova inaugural da Rolex Grand-Am e, apesar de estarem afastadas dos campeonatos de Sport Protótipos internacionais de referência, como a American Le Mans Series ou a Intercontinental Le Mans Series, não perderam nenhuma da sua importância, sendo o ponto alto do inicio das temporadas automobilisticas mundiais.
Para as cores portuguesas, as 24H de Daytona, apresentam-se como a única vitória internacional, em provas do género, de um piloto nacional. João Barbosa venceu em 2010, depois do 3º lugar em 2009 e de novo 3º lugar em 2011, que se juntaram à vitória, na classe GT, em 2003, tornando-o num dos mais reconhecidos especialistas em provas de endurance, em todos os paises......excepto em Portugal, onde permanece quase como um ilustre desconhecido.