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Carlos Costa
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« em: Julho 24, 2009, 08:57:59 » |
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Ora bem. Esta época para mim foi a mais ansiada de sempre. Tinha expectativas elevadas e estabeleci como objectivo ficar nos 3 primeiros classificados. As primeiras corridas foram espetaculares. Muita competitividade, muitas lutas renhidas. Mas à medida que o calendário foi avançando, por uma ou outra razão, o número de pilotos foi diminuindo, e por consequência a competitividade foi diminuindo.
Para mim a grande surpresa da época foi mesmo domínio avassalador que eu e o Tiago Mendes conseguimos a nível de equipas. Não estava de todo à espera. O MC12 é um carro rápido, mas é tão rápido como difícil de controlar. Não perdoa grandes erros, come pneu de trás como se não houvesse amanhã, já para não falar das temperaturas que os mesmos atingem.
Mas não me posso queixar. Deixei a escolha do carro nas mãos do Tiago Mendes, ele deu-me 2 para escolher (MC12 e DBR7), e ambos concordámos que a nível de velocidade se calhar o MC12 ganhava um pouco de vantagem, mas o DBR7 era um carro muito mais equilibrado. Ele optou pelo desafio de controlar a besta, e assim foi.
A nível individual nunca na vida pensei chegar à última prova ainda com possibilidades de ser campeão. NUNCA. Mas a minha falta de velocidade é compensada pela consistência. Não fosse essa consistência falhar em duas provas (Bathurst e Interlagos) e até poderia ter sido campeão! Fica para a próxima, ou não. 14 provas, 7 podiums, 4 vitórias. 2º lugar na geral. Balanço mais que positivo.
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