Ora bem... Aproveitando o facto de começar a qualificação do início, apanhei a pista sequinha e lá saquei a pole.
Corrida. Começou logo mal, pois o Manzini vou a vítima selecionada para esta corrida. Crashou mesmo antes de começar. Começou a corrida, seguido de perto pelo Rodrigues e o Machado. No início da 2ª volta, o Machado passou o Rodrigues na travagem para a T1, e eu muito contente lá me ía afastando. Penso que mais tarde nessa volta, eles devem-se ter tocado, pois deixei de os ver nos espelhos e abri uns 4 ou 5s de uma vez. Na 5ª volta o 1º de dois sustos. Ao entrar na parabólica, estava o M3 do Daniel parado no meio da estrada

Não fui à gravilha por uma nesga.

Entretanto começa a chover, comecei a ter mais cuidado, tinha cerca de 8s de avanço para o 2º, e quando a pista começa a secar a vantagem começa a desaparecer rapidamente. Soube logo aí, que o Garrido já aí vinha

. Mesmo assim, mantive o meu andamento calmo, para poupar gasolina. Ele aproximou-se até ficar mesmo colado, lá seguimos umas voltas (ele ainda teve uma atravessadela pelo meio, que o fez perder tempo), e numa dobragem escolhi o lado errado, tendo que travar para não bater num M3, e o Garrido passou. Também, era apenas uma questão de tempo até ele o conseguir

mas pouco tempo depois o Garrido entrou de lado na 2ª chicane e por lá ficou

A vantagem foi aumentando até mais de 20s.
O tempo ía passando (e a gasolina também), e visto que consegui poupar bastante gasolina, para precaver algum susto no fim da corrida, fui mesmo até à última volta possível. Parei no fim da 30ª volta. Saí da box, ainda faltavam uns 43 minutos, e com uma vantagem de cerca de 25s para o 2º, e a receita para o 2º stint foi a mesma, andamento calmo, e poupar (nunca se sabe), mas cedo descobri que tinha gasolina MAIS que suficiente para acabar a prova. Comecei a andar mais no limite. Andar no limite ajuda à concentração. A vantagem ora descia 1s, ora sobia 1s, pelo que sabia que se nada de extraordinário acontecesse, a vitória estava garantida.
Perto do fim, veio o 2º susto. Depois da 2ª chicane, na 1ª de duas direitas seguidas, o 997 do Paulo Franco entrou em pião, deu um toke no rail interior, e veio de novo para a pista. Ainda me tentei desviar, mas não evitei um toque de esquina na traseira dele. Vi pelo espelho o carro dele a capotar, mas felizmente ele lá conseguir retomar o andamento.

No meu carro, danos poucos ou nenhuns, e foi só levar o carro até ao fim. Esperava um máximo de 57 voltas, 56 no mínimo, mas acabaram por ser 55. E ainda tinha gasolina para pelo menos mais 4

Acabei porte beneficiar do facto do Garrido se ter despistado e de ter um carro mais leve.
NOTA: Mais uma corrida sem XD, mais uma corrida sem CTD...